Star Wars, a geração de lucro e diversão

episódio 7
Foto: www.starwars.com
Já falei aqui em artigos anteriores sobre o lado lucrativo da Força, e agora teremos a oportunidade de ver com os próprios olhos a magia que trará de volta o universo de Star Wars. Será amanhã, com a estreia mundial que tudo será revelado, então poderei retomar o encantamento que tive a ver a estreia do episódio IV -Uma nova esperança, lá no "século passado" - 1977.


Quando o vi, a ficção cientifica era a "febre" do momento conturbado em que vivíamos em nosso país, e Harrison Ford era o herói que todos gostaríamos ser (alguns queriam ser o Luke), mas sempre gostei do Solo, que no final da saga, ficaria com a mocinha.

A trama de Star Wars - O Despertar da Força se passa cerca de 30 anos depois do fim de O Retorno de Jedi. O filme tem no elenco Harrison Ford, Carrie Fisher, Mark Hamill, John Boyega, Daisy Ridley, Adam Driver, Miltos Yerolemou, Gwendoline Christie, Lupita Nyong'o, Oscar Isaac, Andy Serkis, Domhnall Gleeson, Max von Sydow, Peter Mayhew, Kenny Baker e Anthony Daniels, entre outros.

Então ficamos com a expectativa amanhã, confira uma excelente montagem (em vídeo) do apresentador norte-americano Jimmy Fallon, com os atores do filme fazendo (a capela) a imitação do tema de abertura.

A questão da saúde da empresa e a embriaguez em trabalho

Em minha experiência profissional, certa vez trabalhei em uma empresa atacadista, que um dos melhores e experientes vendedores apresentava-se em estado de embriaguez frequentemente. A empresa, através do gerente, nunca repreendeu ou esteve contra o empregado.


Mas afinal de contas, embriaguez é motivo para justa causa ou não? Empregador deve encaminhar para tratamento empregado que se apresentar alcoolizado mais de uma vez no ambiente de trabalho. 

Apesar de ensejador de falta grave de acordo com a CLT, a embriaguez no trabalho hoje não justifica a demissão por justa causa, sabemos que o alcoolismo como tal é uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS), uma dependência química crônica caracterizada pelo consumo compulsivo de álcool – o usuário se torna progressivamente tolerante à intoxicação produzida pela droga e desenvolve sinais e sintomas de abstinência quando ela é retirada. O que impõe ao empregador exercer a função social de encaminhar o empregado, que tenha chegado mais de uma vez alcoolizado ou sob efeito de entorpecentes, à realização de tratamento, explica o advogado Djalma Romagnani, especialista em relações do trabalho e sócio do Romagnani Advogados.

“No passado, um único episódio, em tese, era suficiente para aplicação da justa causa. Hoje, a conduta adequada é a advertência ou mesmo a suspensão” explica Djalma. O advogado explica que o posicionamento dos tribunais mudou em relação ao tema. A caracterização da embriaguez só se configura com a continuidade do ato faltoso.

O que se confirma, inclusive, com a decisão recente do Tribunal Superior do Trabalho que reverteu a demissão por justa causa de um supervisor de movimentação de cargas em uma plataforma de petróleo. Djalma Romagnani esclarece que a justa causa é cabível para esses casos, quando o empregado continua a se apresentar alcoolizado no ambiente de trabalho depois de ter sido advertido e encaminhado para tratamento no INSS, o que caracteriza a embriaguez habitual prevista na CLT (artigo 482).


Propaganda de ótica causa polêmica na Espanha

A propaganda é uma mensagem quer integrar uma mensagem em duas vias: da empresa que o veicula e do mercado consumidor. Nem sempre é bem entendido quando, por várias razões, o público entende que existem outras intenções além da divulgação do produto (ou serviço).


Foi isto que ocorreu No comercial de TV da Multiópticas ( assista aqui), um homem entra em um bar do "Velho Oeste" cheio de mulheres e ao final escolhe uma de lingerie que está de óculos. A voz de fundo diz "Tenha a incrível sensação de estrear todas as vezes que quiser".

Foto: Yolanda Domínguez
A reação foi quase instantânea, em plena luz do dia, grupos de mulheres andaram pelas ruas de Madri e Sevilha de lingerie na última quarta-feira (06/05), gerando olhares curiosos, insultos e até reclamações para a polícia.

Mas o passeio com traje íntimo tinha um objetivo: um protesto contra uma propaganda da Multiópticas que, na visão delas, colocava as mulheres como 'objeto'.

Segundo Yolanda Domínguez, idealizadora do protesto, a propaganda faz um comparativo das mulheres com acessórios ao estabelecer uma analogia delas com os óculos – assim como eles, as mulheres seriam acessíveis e acessórias. A campanha "Acessíveis e Acessórias" criada por ela chegou a ser compartilhada mais de 40 mil vezes no Facebook.

"Neste anúncio, é feita uma analogia entre um objeto e as mulheres, caracterizando-as como 'acessíveis' e 'acessórias': acessíveis porque estão dispostas e disponíveis, e acessórias porque você pode trocá-las quantas vezes quiser", escreveu Domínguez na sua página.

Para manifestar a indignação com a campanha, as mulheres saíram vestidas de lingerie e foram visitar lojas da Multiópticas com os mesmos trajes que as mulheres da propaganda aparecem.

A empresa é claro, desmentiu o objetivo citada pela autora do protesto: "A propaganda não pretende ser uma representação literal do Velho Oeste".

Mas dai a polêmica já estava nas ruas de Madri e Sevilla, será que no Brasil teríamos este tipo de rejeição e movimentação nas ruas???

Fonte: BBC Brasil

Absurdo em concurso da Bahia

Quando tu pensa que viu tudo em matéria de absurdos cometidos em recrutamento e concurso públicos, sempre temos a certeza que algo há de piorar. Vamos ao caso mais recente: As exigências do edital do concurso da Polícia Civil da Bahia, que será realizado em abril, vêm causando polêmica. Isso porque no processo seletivo são pedidos exames ginecológicos às candidatas mulheres que, no entanto, podem ser liberadas do preventivo se comprovarem por meio de atestado que têm "hímen íntegro".

O item polêmico, que se encontra no item 12.12.11 do texto, é o seguinte: “A candidata que possui hímen integro está dispensada de entregar os exames que constam no item 11.12.2.1, inciso VI, alínea “a”: colposcopia, citologia e microflora, desde que apresente atestado médico que comprove a referida condição, com assinatura, carimbo e CRM do médico que o emitiu.

Algo a comentar depois de ler este absurdo?? Se tiver deixe seu comentário

Vale tudo na publicidade? Carnaval e Devassa

Já falei aqui no artigo Vale tudo por uma promoção , onde dezenas de clientes usaram apenas roupas íntimas para aproveitar a promoção. A campanha fez até com que criassem filas de espera para entrar na loja. Essa não é a primeira vez que a Desigual fez a ação. Todo o ano, a empresa promove a campanha.

E agora no carnaval teve esta campanha : "O que você está esperando para ter a sua primeira vez?" O slogan da campanha de carnaval da cerveja Devassa, associando perda de virgindade ao consumo de álcool."

Considerando que a grande maioria dos jovens têm sua primeira experiência sexual na adolescência e que o anúncio chega a todos os públicos indiscriminadamente, e não só aos adultos, até que ponto estimularia consumidores menores de idade a tomar decisões apressadas quanto à sexualidade, com o agravante de associá-las ao consumo de álcool, nos quatro dias de folia? 
 
Já o porta-voz da empresa, assessor de imprensa Paulo Figueiredo argumentou que a única intenção do mote foi aliar a já conhecida irreverência das campanhas da Devassa ao estímulo para que as pessoas experimentem e apreciem o produto.
 
Não acredito muito em irreverência nestas campanhas, ainda mais com bebidas alcoolicas,  que esta longe de ser um espetáculo e/ou festa popular. Trata-se única e exclusivamente de negócios, que visa o consumo de massa. 
 
Sabemos há muito que o excessos neste festival de Momo extrapola muito a irreverência citada pelo assessor de impresa.
 
Mas o show deve continuar ( e continuará ad infinitum...)
 

O meio social e pessoas que agregam

Uma pessoa se torna as 5 pessoas com quem ela passa mais tempo; cerque-se de boas pessoas e você se tornará igual a elas.” (Tom Peters)

Você já parou para pensar que, muitas vezes, adotamos comportamentos que não tipicamente nossos, ou ao contrário, pessoas de nosso circulo repetem (ou repercutem) certas atitudes nossas? Pois é, claramente isto é verificados em grupos que, por afinidade ou aceitação, tornam certos tipos de comportamento padrão. 

Você já se perguntou se tem andado em boa companhia? Pois, sabe aquelas pessoas negativas, que não querem se dedicar a melhorar, que puxam os outros “pra baixo”? Aquelas mal humoradas e “reclamonas”? Então, elas vão colocar obstáculos desnecessários em seu caminho. 

Por outro lado, existem pessoas positivas que agregam bons sentimentos, ideias e estímulos que nutrem a relação, contribuindo para o seu crescimento. Essas pessoas são chamadas de agregadoras.

Um estudo realizado pela Harvard Medical School revelou que as pessoas que nos rodeiam influenciam nosso humor. Se uma pessoa de seu convívio fica feliz, a chance de você ficar mais contente, só por conviver com ela, é de 60%. 

Como se fosse um efeito dominó, a felicidade contagia. Outro estudo revela que uma pessoa tem 15% mais chance de ficar bem-humorada se estiver diretamente em contato com a pessoa nesse estado de espírito.