Sete passos para vencer a crise e o desemprego

O Brasil enfrenta uma crise sem fim, com indefinições na área politica e econômica, com isto muitas empresas estão fechando e/ou diminuindo seus quadros de funcionários. Se você foi demitido, confira algumas dicas para enfrentar e superar este momento de maneira positiva:


Aceite o período de mudanças e não resista


Estamos sofrendo os efeitos das constantes transformações, cada vez mais rápidas e abrangentes. Adapte-se ao novo período percebendo a mudança como uma chance de aprendizado e novos desafios.

Aproveite para conhecer mais sobre você


Defina novos objetivos baseados naquilo que realmente gosta e lhe faz feliz. Perceba e avalie o que foi muito bom em sua última experiência e o que não deseja mais repetir. E dedique-se a entender o que faz seu coração vibrar. Paixão e dedicação geram sucesso. O resto vem em seguida.

Planeje e monte um plano


Vale fazer uma chuva de ideias, com todos os cenários possíveis (e até mesmo os que parecem impossíveis, por que não?). A partir daí, estabeleça prioridades, aquilo que é ou não viável no momento, e defina objetivos que se desdobrem em metas e ações pontuais. Quanto mais específico seu plano, mais passível de ser colocado em prática será.


Invista em sua autoestima


Ok, é complicado. Mas pense em toda a influência positiva que você já exerceu na vida de colegas, amigos e família, nas realizações bacanas em sua carreira, nas habilidades que você tem e reafirme-as para si mesma. Lembre-se que, investindo em uma autoestima, você terá coragem para redefinir novos e mais desafiadores objetivos e a energia necessária para colocá-los em prática.

Amplie seu leque de possibilidades


Escreva textos para blogs e sites de sua área, ou faça um blog mostrando o que você sabe, ofereça consultoria, palestras, faça trabalhos voluntários, participe de projetos bacanas em sua área. Enfim, encontre um meio de oferecer sua expertise para ajudar algo ou alguém. Você pode ainda não ter encontrado uma recolocação formal, mas existem diversas formas de manter-se ativa e exercitando suas habilidades. Elas são como um músculo que precisa estar em forma.

Não se compare! A ninguém


Este, definitivamente, não é um momento para comparações. Apenas não faça isso.


Aja e comunique-se de maneira positiva


Olhando pela perspectiva do aprendizado, atue e transmita sua mensagem para aqueles a quem contatar com otimismo e confiança, o que fará toda a diferença no modo como você será visto e lembrado. Lembre-se: otimismo é sempre um ótimo hábito.


Por Semadar Marques, especialista em Empatia, Liderança Colaborativa, Propósito de Vida e Inteligência Emocional.

A questão da saúde da empresa e a embriaguez em trabalho

Em minha experiência profissional, certa vez trabalhei em uma empresa atacadista, que um dos melhores e experientes vendedores apresentava-se em estado de embriaguez frequentemente. A empresa, através do gerente, nunca repreendeu ou esteve contra o empregado.


Mas afinal de contas, embriaguez é motivo para justa causa ou não? Empregador deve encaminhar para tratamento empregado que se apresentar alcoolizado mais de uma vez no ambiente de trabalho. 

Apesar de ensejador de falta grave de acordo com a CLT, a embriaguez no trabalho hoje não justifica a demissão por justa causa, sabemos que o alcoolismo como tal é uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS), uma dependência química crônica caracterizada pelo consumo compulsivo de álcool – o usuário se torna progressivamente tolerante à intoxicação produzida pela droga e desenvolve sinais e sintomas de abstinência quando ela é retirada. O que impõe ao empregador exercer a função social de encaminhar o empregado, que tenha chegado mais de uma vez alcoolizado ou sob efeito de entorpecentes, à realização de tratamento, explica o advogado Djalma Romagnani, especialista em relações do trabalho e sócio do Romagnani Advogados.

“No passado, um único episódio, em tese, era suficiente para aplicação da justa causa. Hoje, a conduta adequada é a advertência ou mesmo a suspensão” explica Djalma. O advogado explica que o posicionamento dos tribunais mudou em relação ao tema. A caracterização da embriaguez só se configura com a continuidade do ato faltoso.

O que se confirma, inclusive, com a decisão recente do Tribunal Superior do Trabalho que reverteu a demissão por justa causa de um supervisor de movimentação de cargas em uma plataforma de petróleo. Djalma Romagnani esclarece que a justa causa é cabível para esses casos, quando o empregado continua a se apresentar alcoolizado no ambiente de trabalho depois de ter sido advertido e encaminhado para tratamento no INSS, o que caracteriza a embriaguez habitual prevista na CLT (artigo 482).


Energia alternativa e novos modelos de negócios

Sem água para irrigar a agropecuária, projetos de energias renováveis são alternativas para mudar a face da região nordeste.
 
Reconhecidamente uma das regiões mais pobres do Brasil, com 18,3% da extensão territorial do País, 28% da população do Nordeste e com PIB per capita equivalente a um terço do PIB per capta brasileiro, o semiárido precisa quebrar o paradigma do atual modelo produtivo pautado na agropecuária tradicional e buscar novos caminhos, investir em outros setores com maior potencial tecnológico e menos dependente dos recursos hídricos e da regularidade de água de chuva - que não tem. 

A observação é do economista, professor da Universidade Federal de Pernambuco, e consultor, Gustavo Maia Gomes, para quem "a agropecuária tradicional do semiárido não tem perspectiva de crescimento. Não tem saída, sem que haja uma revolução tecnológica no setor. A atividade ainda não está condenada, mas nos atuais padrões tecnológicos não terá vida futura".

As alternativas em modelos energéticos alternativos como eólico e solar poderam resolver e mudar este paradigma?

Seria um sonho se o modelo gerasse um lucro para o usuário como no vídeo abaixo??

Perguntas que somente o futuro nos responderá, mas não custa ser ufanista, e achar que os modelos energéticos atuais tornam a dependencia de altos investimentos, enquanto que os alternativos poderiam sair mais em conta??

Confira o vídeo


Inovação, importância da educação no fomento da prosperidade




reunião almoçoO Presidente do Conselho de Administração da Altus, Ricardo Felizzola,  falou na tradicional reunião almoço Tá na Mesa, da Federasul, em Porto Alegre/RS. Em outras palavras, referiu-se a dois dos mais graves problemas que impedem o pleno desabrochar da economia do RS, ao falar sobre Inovação:

1) Má educação.

2) Apego carnal a uma cultura baseada em valores ultrapassados.

Ao avisar que mais inovação gera maior competitividade e com isto a prosperidade é resultado direto, Ricardo Felizzola listou os quatro principais ativos da inovação:

1) capital humano. 2) conhecimento. 3) cultura empresarial. 4) marcos legais.

O Brasil está muito longe de integrar o time de Países inovadores. “Queremos ser inovadores, mas o emaranhado de burocracia ainda emperra muitas ações”, salientou. Ele considera que o governo tem de dar as condições básicas e ser mais rápido nas respostas.

Aqui tudo é mais lento, como no RS é ainda mais lento. Comparou a Secretaria Estadual de Educação a uma empresa com 150 mil funcionários, “metade aposentado, metade trabalhando” e que ainda tem de enfrentar o sindicato mais forte do Estado. Por isto, ele entende que é preciso mudar a responsabilidade sobre a educação.

Na palestra que fez para um público que ouviu tudo em silêncio sepulcral, o presidente do Conselho de Administração da Altus listou as 10 maiores empresas mais inovadoras do mundo, 90% delas das quais são americanas e 10% asiáticas. Entre elas estão: Appleo, Facebook, Google, Salvar City, Amazon, Square e Twitter. Há 10 anos, a proporção era de 40% por 60%.- A inovação, ensinou Felizzola ao seu distinto público, é resultado da educação e do empreendedorismo, só existe no capitalismo porque não há inovação sem mercado. Ela só acontece em ambiente propício e é resultado da competição.

Fonte: Federasul