O péssimo penúltimo lugar na qualidade de educação
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Obter uma má colocação em mais um ranking de educação reforça que é fundamental nos aproximar das raízes dos problemas do Brasil, que se acumulam desde o início do atendimento educacional. Isso tem a ver com uma vasta gama de fatores, como falta de creches, não democratização do acesso, desvalorização da carreira do professor, baixo investimento público, defasagem dos cursos de pedagogia e desigualdade social", afirma Francisca Paris, pedagoga, mestra em Educação e diretora de serviços educacionais do Ético Sistema de Ensino, da Editora Saraiva.
Privatizações e o atraso
emergentes, tem que correr, independente do sistema de governo e idealogia. Para tanto, teremos que seguir o exemplo da Coréia do Sul, que investiu "pesado" na educação, e na formação de mão de obra qualificada em relação a países que competem conosco.
Faculdades me acho, profissionais fracassados
reunidos, numa tarde ensolarada no mês passado, para o momento mais especial de sua vida escolar, a formatura.
Inovação, importância da educação no fomento da prosperidade
1) Má educação.
2) Apego carnal a uma cultura baseada em valores ultrapassados.
Ao avisar que mais inovação gera maior competitividade e com isto a prosperidade é resultado direto, Ricardo Felizzola listou os quatro principais ativos da inovação:
1) capital humano. 2) conhecimento. 3) cultura empresarial. 4) marcos legais.
O Brasil está muito longe de integrar o time de Países inovadores. “Queremos ser inovadores, mas o emaranhado de burocracia ainda emperra muitas ações”, salientou. Ele considera que o governo tem de dar as condições básicas e ser mais rápido nas respostas.
Aqui tudo é mais lento, como no RS é ainda mais lento. Comparou a Secretaria Estadual de Educação a uma empresa com 150 mil funcionários, “metade aposentado, metade trabalhando” e que ainda tem de enfrentar o sindicato mais forte do Estado. Por isto, ele entende que é preciso mudar a responsabilidade sobre a educação.
Piada de Português? Não!
Quantas vezes eu, você e a população brasileira já ouviu falar, riu e passou adiante piadas sobre nossos co-irmãos lusitanos. Mas agora, baseado nesta noticia abaixo (08/02/2012), eles poderão contar a "piada do brasileiro que desiste do ensino superior".
[caption id="attachment_209" align="alignleft" width="200" caption="piada de português"]
O secretário de Estado do Ensino Superior, João Queiró, disse hoje que, em comparação com o mesmo período do ano lectivo anterior, houve menos alunos a desistir do ensino superior.
E agora vamos dizer o que , já que somos "pretensos" lideres do mundo?
Dia do Professor, faça a diferença
Hoje é dia do professor, para que este valoroso profissional seja devidamente homenageado é importante ressaltar vários aspectos da educação. Entre eles poderíamos destacar:
- Motivação
- Valorização
- Infraestrutura
[caption id="attachment_140" align="alignleft" width="234" caption="ensino de administração"]
Já falei em meus outros blogs sobre os profissionais que foram fundamentais na minha base escolar, agora é hora de falar naqueles que foram importantes no meu ensino superior. Acho que eu, e todos os que querem fazer um bom curso, gostam de aulas motivadores e diferentes, sem a mesmices dos formatos atuais : alunos sentados, professores escrevendo no quadro negros, fórmulas ultrapassadas, desmotivação, tentativas de "colas" nos exames e todo o enredo que conhecemos tão bem.
Dois professores se destacaram no rompimento destas mesmices, mais pelas suas idéias e conceitos do que pela forma inovadora das aulas.
Destes professores tirei algumas conclusões, são as seguintes:
Prof. Roberto Mussnich : "Pensar não cheira, e é diferencial de carreira" - Sim, o pensamento era pausterizado : decorar conceitos e repetir os textos nas provas. Inovação dele (matéria Mercadologia II ) ) , fazia uma observação nas provas de exame, deveriamos aceitar ou rejeitar a observação, justificando e convencendo que sua opinião não era apenas uma construção decorada.
Prof. Ernani Denhardt : Provas diferencidas por conhecimento abrangendo toda a matérias, mas com distribuição aleatória conforme disposição do aluno na sala de aula, dificuldando a "cola". Frase de efeito: "cola" na prova, mostra a mediocridade do aluno e a péssima inclinação do futuro profissional, com forte tendencia ao fracasso. Ele dizia : o professor ensina que a vida não aceita "cola" e os mediocres são piores fracassados perante a si mesmo.
É acho que aprendi mesmo...
Valeu Roberto e Ernani, alguma coisa (além) aprendi com você
Espera que vocês, leitores, também tenham aprendido alguma coisa extra com seus professores, além do "copiar e colar"

