Práticas de exercicios ajudam no balanceamento entre trabalho e atividades domésticas

natação
Uma pesquisa recente descobriu que exercícios regulares são menos propensos a experimentar conflito entre o seu trabalho e as atividades domésticas. O exercício reduz o stress, o que torna o tempo em casa e no trabalho mais produtivo e agradável. 

Você pode ver um regime de exercícios como mais um compromisso, mas uma redução do estresse é equivalente a uma expansão de tempo. Pessoas que se exercitam regularmente também se sentem mais capazes em executar com prazer suas atividades, que se transfere para o trabalho e papéis domésticos. 

Para adicionar aptidão para sua programação, tente exercitar antes do início do dia de trabalho (é tão fácil de encontrar razões para não os fazer no final do dia); alta intensidade e intervalo de exercícios de treinamento são eficazes e rápidas. 

Ou fazer uma pausa durante a sua jornada de trabalho para trabalhar fora do seu ambiente de trabalho, especialmente se você pode tirar proveito de instalações no local. 

Você vai voltar para sua mesa pronto para enfrentar o próximo desafio.

E lembre-se, os exercícios são para relaxamento e descontração, aliviando assim a sua carga emocional, nada que acrescente tensão no seu dia-a-dia.

Particularmente, recomendo muito a natação, visto que, na piscina, a entrega é total.

Fonte: HBR

Faculdades me acho, profissionais fracassados


Houve época, quando estava na graduação, que nossa instituição não era a melhor em qualidade de ensino, claro que isto afetava muito a nossa auto-estima de estudantes, afinal o curso era para formar profissionais ao mercado. O que leva a relembrar esta história é o excelente artigo da revista Época, A turma do "Eu me acho" . "A educação moderna exagerou no culto à autoestima – e produziu adultos que se comportam como crianças. Como enfrentar esse problema. Os alunos do 3º ano de uma das melhores escolas de ensino médio dos Estados Unidos, a Wellesley High School, em Massachusetts, estavam
reunidos, numa tarde ensolarada no mês passado, para o momento mais especial de sua vida escolar, a formatura. 

 

Com seus chapéus e becas coloridos e pais orgulhosos na plateia, todos se preparavam para ouvir o discurso do professor de inglês David McCullough Jr. Esperavam, como sempre nessas ocasiões, uma ode a seus feitos acadêmicos, esportivos e sociais. O que ouviram do professor, porém, pode ser resumido em quatro palavras: vocês não são especiais"

 

Lá  na minha graduação, a melhora na auto-estima foi dada por um professor de Administração de Materais : " Tem muita faculdade que se acha a melhor, mas a qualidade de seus alunos é igual ou inferior a vocês" , a opinião estava embasada na sua experiência em uma dessas "faculdades que se achava". Complementando ele disse : " A importância do nome da instituição de ensino conta muito no mercado, mas lá não será observado somente tuas notas e curriculo, mas também seu desempenho em cumprir as expectativas e metas da empresa. Comprometimento e inovação contarão mais que notas vistosas. 

 

E uma aula que era para ser técnica, o professor trabalhou com a motivação e autoestima de seus alunos : "o sucesso é melhor caminho para ser reconhecido, tenham em suas cabeças objetivos a cumprir e não esperem tapinhas nas costas quando cumprirem. O mercado é seletivo e competitivo, os melhor vencem, não por terem estudados em faculdade de nome, mas por serem bem sucedidos em cumprir suas missões."

 

Não precisava dizer mais nada, os alunos entenderam a dica, e principalmente o recado : " quem cola nas minhas provas, mostra que não está pronto para vencer no mercado profissional.