Microsoft vai finalizar seus teste do Windows 8

A Microsoft vai finalizar seus teste do Windows 8 no meio do ano , preparando o palco para computadores pessoais e tablets com o sistema operacional para ir à venda por volta de outubro, segundo pessoas com conhecimento da programação.

O lançamento inicial inclui dispositivos que executam o Intel (INTC) e ARM Holdings Plc (ARM) chips, fazendo boa promessa da Microsoft para suportar ambos os padrões, disseram fontes que não quiseram ser identificadas, porque os planos são confidenciais. Ao abraçar a tecnologia ARM, a Microsoft está usando o mesmo tipo de processadores como o iPad, da Apple. Ainda assim, haverá menos de cinco dispositivos ARM na estréia, em comparação com mais de 40 máquinas Intel

ISRAELENSE RESOLVE PROBLEMA MATEMÁTICO SEM SOLUÇÃO A 40 ANOS!!



Jerusalém, 8 fev (EFE).- Um israelense de origem russa resolveu um problema matemático que estava sem solução desde que foi lançado, há quase 40 anos.

O autor da façanha é Avraham Trakhtman, de 63 anos, que imigrou nos anos 70 a Israel vindo da região dos Urais.


Munido apenas de lápis, papel e, claro, seu cérebro, Trakhtman resolveu o "Problema da Rota Colorida", que permanecia sem solução desde que foi criado em 1970 por uma equipe de matemáticos dirigida pelo professor Binyamin Weiss.


Embora tenha várias versões, a formulação mais simples do problema é a seguinte: como alguém que chega pela primeira vez a uma cidade cujas ruas não têm nome pode encontrar uma casa apenas com indicações de "agora à esquerda e agora à direita?".


A resposta de Trakhtman ao enigma será publicada em breve pelo "Jornal Israelense de Matemática", mas já começou a circular entre a imprensa especializada.


Um dos que já conhece a solução é o matemático Stuart Margolis, professor da Universidade Bar-Ilan, que qualificou a resposta de "brilhante, fruto de um cérebro privilegiado", e destacou que seu autor tem uma personalidade "extremamente tímida e modesta". EFE

Milagre da Vida



Chutes de gêmeas no útero expulsam tumor da mãe


A mulher sorridente acima é Michelle Stepney, uma britânica que descobriu um câncer durante a gravidez e foi salva graças aos chutes dos fetos, que expulsaram parte do tumor. Stepney, de 35 anos, estava grávida de gêmeas quando foi levada para o hospital com um sangramento. No início, os médicos suspeitaram de um aborto, mas logo descobriram que ela estava com câncer cervical e que acabara de expelir um pedaço do tumor do colo do útero.

"Eu não poderia imaginar que os chutes que eu sentia seriam tão importantes. Eu mal pude acreditar quando os médicos disseram que os movimentos tinham expulsado o tumor", diz Michelle.


Os oncologistas sugeriram que ela fizesse quimioterapia e retirasse o útero para remover o câncer por completo, o que significaria o fim da gravidez. Michelle conta que, depois de muito refletir, decidiu seguir em frente com a gestação e foi submetida a doses limitadas de quimioterapia, aplicadas a cada 15 dias.

As gêmeas, Alice e Harriet, que hoje estão com nove meses, nasceram na 33ª semana de gravidez de cesariana. As meninas estavam em perfeito estado de saúde, mas nasceram sem cabelo por causa dos efeitos da quimioterapia. Quatro semanas depois do parto, Michelle foi submetida a uma cirurgia para retirada do tumor e do útero. "Minhas filhas salvaram minha vida", diz ela. Os médicos acreditam que Michelle esteja curada.

No próximo dia 12, Michelle receberá o prêmio "Mulher de Coragem" do Cancer Research UK, um centro na Grã-Bretanha dedicado a pesquisas sobre o câncer. Sem dúvida, um prêmio mais do que merecido!

Estranho rato pelado é invulnerável à dor




O peculiar roedor do leste africano, que possui uma aparência muito frágil, talvez por não conter pelos, não sente dor. Ele poderá ajudar os cientistas a criar drogas contra dores crônicas.

O rato-toupeira pelado Heterocephalus glaber vive sob quatro metros de terra e é o único mamífero conhecido que possui sangue frio. "Eles são os mais interessantes animais que eu já trabalhei, são muito gentis", informou o neurobiólogo Thomas Park, da Universidade de Illinois, em Chigaco (EUA).

Os animais são quase cegos, portanto muito sensíveis ao toque. Depois de estudos sobre a pele do animal, os cientistas descobriram que eles não possuem um neuropeptídio chamado Substância P que é responsável pela ardência em casos de queimaduras em mamíferos.

Depois dessa constatação os cientistas deixaram os ratos inconscientes e injetaram nas patas dos animais doses pequenas de um ácido parecido com suco de limão (segundo Thomas) e um princípio ativo da pimenta. Os pesquisadores ficaram surpresos quando os ratos não apresentaram sinais de dor. "Essa insensibilidade ao ácido é muito surpreendente", disse Thomas.

"Todos os animais que já testamos são sensíveis a essa substância", informou. Em seguida os cientistas inseriram em nas patas traseiras a substância P. Em uma delas colocaram o princípio ativo da pimenta, na outra o ácido. "Eles puxaram a pata [da pimenta] e deram uma lambida no local da ferida", disse.

Porém eles não reagiram com dor na pata onde foi injetado ácido. Os pesquisadores acreditam que essa capacidade foi desenvolvida por causa da vida sob o solo. Como o dióxido de carbono é exalado em altos níveis, debaixo do solo, pelos animais, seus tecidos tornaram-se imunes a sensação ácida.

"Nossa absorção de dióxido de carbono durante a respiração não chega a 0,1%. Se as pessoas estivessem expostas a cerca de 5% de dióxido de carbono, sentiriam uma espécie de queimação nos olhos e no nariz", disse Thomas. "Estima-se que essa espécie de roedor respire em um ambiente em que o nível de carbono chega a 10%" completou.

"O estudo é importante para constantes dores inflamatórias. São dores que podem durar horas ou dias quando um músculo é submetido a um procedimento cirúrgico", ele manifestou. Segundo Thomas, as descobertas poderiam inclusive ajudar a tratar dores crônicas.

"Nós estamos aprendendo que fibras nervosas são importantes para determinados tipos de dores. A partir daí estaremos aptos a desenvolver novas estratégias". A pesquisa foi detalhada na edição online de janeiro da revista científica PLoS BiologyM