A hora de investir no mercado pet


novo nicho de negócios
A pergunta é; você gosta de animais? você tem um? Porque então não investir em um mercado em ascensão?

Talvez deveria. Segundo uma pesquisa realizada pela GfK, a América Latina tem um dos mercados mais atraentes para empresas ligadas ao setor de nutrição e cuidados com animais. Só no Brasil, dois terços (75%) da população possui pelo menos um animal de estimação.

O percentual brasileiro é bem maior que global: no mundo todo, 56% da população mundial tem algum bichinho de estimação para chamar de seu. Aqui, os mais populares são os cães, que estão presentes nas casas de 58% dos brasileiros entrevistados, enquanto a posse de gatos representa 28%. Menos numerosos, os donos de aves somam 11% e de peixes, 7% dos brasileiros pesquisados.

A pesquisa da GfK, que envolveu 27 mil entrevistas online em 22 países ao redor do mundo, também mostra que a posse de animais de estimação atinge 80% dos consumidores Argentinos e Mexicanos, e 70% e 73% dos entrevistados da Rússia e dos Estados Unidos, respectivamente.

O estranho (e esquisito) mercado de cabelo humano

Nada nos surpreende mais em mercado globalizado, mesmo quando o comércio é feito por um produto para lá de estranho e esquisito: cabelo humano. E um dos fornecedores deste produto tão diferente é o templo Tirumala Venkateswara na, Índia. Mas há algum tempo atrás ocorreu um problema.

Trinta a quarenta milhões de peregrinos visitam o templo todos os anos, e em um gesto de humildade e sacrifício, de 10% a 25% deles, homens e mulheres, têm a sua cabeça raspada. Todos os dias, a equipe Venkateswara Temple enchia cubas gigantes com cabelo humano, e por um longo tempo, seu pessoal queimou milhares de libras de cabelo, um processo nocivo que produzia gases tóxicos, como amônia e acabou por ser proibida pelo governo indiano na década de 1990.

Mas o que fazer então? A brilhante ideia estava em vendê-lo para milhões de pessoas.

Quando as empresas de moda fazem perucas, um novo mercado milionário estava se abrindo para utilizar este produto tão fartamente produzido. E o mercado consumidor para eles não faltaram, salão de beleza espalhados pelo mundo, entram na disputa para obtê-lo, e um desses fornecedores é exatamente o Templo Venkateswara, que vende seu cabelo em leilões anuais. 
Em 2014, as empresas de moda deram lances de quase $ 12 milhões de dólares, o que para os funcionários do templo  chamam de  "ouro negro".

O leilão Tirumala Temple é parte de um multi-bilionário mercado para a cabelo, um esforço mundial humano que inclui a coleta de longas madeixas para fazer perucas de moda e seu concorrente mais industrial de transformar cabelo em fertilizantes, enchimento de roupas, e ainda aminoácidos utilizados na massa de pizza.

Quase toda a gente descartam sem pensar o seu cabelo. No entanto, ele também pode ser um dos recursos mais preciosos do mundo, e as empresas não podem conseguem obter o suficiente dele.

A peruca de qualidade feito de cabelo humano é vendido por milhares de dólares nos Estados Unidos, e extensões de cabelo feitas de cabelo real pode vender por centenas ou milhares de dólares. Mas é preciso muito trabalho para transformar o cabelo de peregrinos Venkateswara em um produto de luxo.

Quando as empresas compram o cabelo do templo por até US $ 700 por libra, contém sangue, suor e piolhos. 
Os armazéns do templo cheiram mofo e fungos. O jornalista investigativo Scott Carney visitou Tirumala e chamou os cabelos de um "amontoado de odor fétido." Como 600 barbeiros podem raspar a cabeça a cada 5 minutos, eles deixam o couro cabeludo sangrando e bolas de pêlos espalhados pelo chão. 
É preciso alguém na indústria de transformação para reconhecer por que o cabelo é tão valioso. 
Apenas cabelos longos das mulheres é vendido em leilão, o templo vende cabelo dos homens por uma ninharia para usos industriais e uma vez que muitos peregrinos vêm de vilas rurais humildes, eles não usam shampoos ou outros produtos que tratam o cabelo de maneiras que evitem danificá-lo. 
Para transformar o melhor cabelo (a mais longa) de lixo em tesouro, equipes de trabalhadores desembaraçar o cabelo, classificam por tamanho, retiram piolhos e outras partículas, lavam, secam, e tingem de uma variedade de cores. Empresas em seguida, enviam o cabelo para salões de cabeleireiros onde vão dar as diversas finalidades e complementos.

O processo é extremamente trabalhoso. "Para fazer uma peruca high-end", diz Mo Hefnawy de Lori Wigsite, um dos muitos varejistas de perucas feitas por fabricantes indianos e chineses ", alguém sentado lá com uma agulha e costurou alguns cabelos de cada vez. Ele leva 3 ou 4 dias. " 


Black Friday e o jeitinho brasileiro


Eu vi na sexta feira, cenas "incríveis da popular "Black Friday", evento  em  varejistas dos EUA  oferecem grandes descontos  no o dia seguinte ao feriado de Ação de Graças, quando tradicionalmente as lojas saem do "vermelho". Desde filas que começaram na quarta feira, até uma consumidora que utilizava um spray de gás pimenta para afugentar outros "concorrentes" nas buscas pelas melhores ofertas.

No Brasil, mais uma versão adotamos um costume da cultura norte-americana (nada contra os seus costumes ou país), mas que nada tem a ver conosco.  Mas como fazer uma "Black Friday" se não comemoramos o Dia de Ação de Graças? (ainda, fique bem claro, talvez seja questão de tempo).

Mas o bom e velho jeitinho brasileiro conseguiu mais uma : A Black Friday Tupiniquim "maquiou" os preços, e isto gerou uma investigação do Procon / SP, para entender melhor é só seguir a noticia  Black Friday: Procon investiga preço inflado

É, este país quer fazer a Copa do Mundo e as Olimpíadas, mas o que esperar de alguém que copia campanhas e as adapta para o "jeitinho brasileiro"?